"Os poemas de Memória da Chuva,  sempre luminosos, sempre carregados
de  uma ambiência espantosamente  verdadeira, vivida, como que constroem  um enorme edifício cristalino, transparente, translúcido, onde habita o  vazio, um vazio iluminador, o vazio do  que foi, do que não pode mais não ter sido. Dentro desse vazio há lugar  para o amor, para o jocoso, para o  mais transcendente e mais ínfimo dos  acontecimentos, pois tudo cabe nessa   estrutura que o tempo desconstrói a cada  dia, e que é a nossa síntese final e nosso  verdadeiro rosto". Alexei Bueno

     

 

Poemas de 
Memória da Chuva

 Victor Burton

Poesia